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Notícia publicada em 29/09/2017 - 16:56:25 | JI-PARANÁ - POLICIAL

 

Em Ji-Paraná, Delegacia de Homicídios elucida mais um homicídio e prende suspeito

 

O socioeducador Reinaldo Valadares foi preso na manhã desta sexta-feira (29), como principal suspeito do homicídio de um jovem de 22 anos em Ji-Paraná (RO), cidade situada a cerca de 370 quilômetros de Porto Velho. O crime aconteceu no último dia 18, atrás do Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), local de trabalho do suspeito. Segundo a Polícia Civil, o homem teria executado a vítima.

 


De acordo com o delegado Cristiano Matos, o socioeducador estava de plantão na noite do dia 18, quando, por volta das 23h, ouviu o barulho da vítima e dois comparsas no pasto, aos fundos do Case, bebendo. “Ficaram um bom tempo perto do muro, o socioeducador ouviu, saiu do Case e foi até lá e efetuou os disparos. A vítima caiu e ele basicamente a executou”, explica o delegado.


Matos afirma que testemunhas contaram à polícia terem visto o socioeducador saindo do Centro, mas não o viram retornando. “A gente acredita que ele utilizou uma árvore que tinha nos fundos do Case para voltar para dentro do Centro. Nisto, ele teria torcido o tornozelo”, afirma.


A polícia ainda investiga se o suspeito teve cooperação de outros socioeducadores. Com o suspeito, a polícia apreendeu um revólver calibre 38 que pertence ao socioeducador. Segundo a polícia, ele tem porte de arma, mas ela foi apreendida, pois tem o mesmo calibre das balas que mataram a vítima. A arma será periciada.


O corpo da vítima foi encontrado na manhã do dia 19. Na tarde do mesmo dia, houve um assalto à guarita de segurança do Case levando pertencendo pessoais de um segurança particular e também armas. “A polícia ainda não tem confirmação se há ligação com o caso, mas estamos investigando. É, no mínimo, muito estranho no mesmo dia ter acontecido um roubo de armas”, acredita.

 

 


À polícia, o homem nega a autoria do crime, mas os relatos de testemunhas foram suficientes para pedir a prisão temporária do suspeito. “Ele não conhecia a vítima. O que a gente acredita é que ele tenha tentado fazer uma espécie de 'limpeza', pois nos últimos dias, o Case tem sofrido com invasões e pessoas que jogam drogas no local. Entretanto, está não é a forma correta de se revolver as coisas”, afirma o delegado.

 

Matéria:G1/Rondonia

Fotos: Portal RedeTV

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

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