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Notícia publicada em 02/10/2017 - 12:01:37 | JI-PARANÁ - POLICIAL

 

Em Ji-Paraná, Polícia Civil prende dupla de estelionatários de fora do Estado com equipamentos para clonar cartão

 

Após receber várias denúncias dando conta que dois homens estavam em atitudes suspeitas dentro de bancos, sempre próximos aos caixas eletrônicos, Policiais Civis do DERF (Departamento Especializado de Roubos e Furtos), começaram a investigar o caso e acompanhar os passos dos suspeitos.

 

 

Logo nas primeiras horas desta segunda-feira, dia 02, os Policiais abordaram os suspeitos dentro de um quarto de hotel. Com eles, foram encontrados vários equipamentos utilizados para clonar cartões e diversos cartões bancários de bancos de outros estados.

 

 

Segundo a Polícia, a dupla, identificada como Hilton Marques Azevedo, de 37 anos, residente em São Luís/MA e Francisco Chárliton Araujo Alves, de 40 anos, residente em Brasília/DF, também foram reconhecidos durante uma tentativa de instalação do equipamento conhecido como “chupa-cabras”, que clona cartão, em um caixa eletrônico na cidade de Rolim de Moura.

 

 

Francisco e Hilton, que já possuem passagem pelo mesmo crime, confessaram a intenção ilícita e foram conduzidos para a UNISP.

 

 


 

O GOLPE

 

Com exclusividade ao site COMANDO190, a dupla contou como aplica os golpes. Inicialmente, a ideia era implantar o aparelho “chupa-cabras” no caixa eletrônico, em Rolim de Moura, onde iram clonar os cartões. Em seguida, pretendiam fazer compras no comércio local e até mesmo pela internet já com os cartões fraudados.

 

Como o plano não deu certo, a dupla veio para Ji-Paraná, onde ofereciam ajuda para idosos que tinham dificuldade para manusear os cartões nos caixas eletrônicos. Durante a abordagem, eles engabelavam a vítima e clonava o cartão manualmente, com um outro dispositivo.

 

 

Matéria:www.comando190.com.br

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

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