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Notícia publicada em 24/05/2018 - 13:55:48 | JI-PARANÁ - POLICIAL

 

PONTE NÃO VAI SER BLOQUEADA - Outra notícia falsa traz pânico aos jiparanenses

 

Logo pela manhã, uma corrente falsa se alastrou rapidamente nas redes sociais, principalmente no aplicativo de bate-papo “WhatsApp”, informando que o movimento dos caminhoneiros iria fechar as duas pontes do Rio Machado, em Ji-Paraná.

 

A notícia acabou causando um verdadeiro pânico na população e muitas pessoas saíram até mais cedo do trabalho com medo de não poder chegar em casa. As linhas de emergência tanto da Polícia Militar (190) como da PRF (191) ficaram congestionadas com pessoas perguntando se a informação era verdadeira.

 

A redação do site comando190 procurou as autoridades competentes e ninguém foi informado sobre bloqueios em pontes de Ji-Paraná. A liderança do movimento dos caminhoneiros também foi procurada e desconhecem qualquer tipo de fechamento de outro ponto, a não ser onde está ocorrendo a paralisação. “Não vamos fechar ponte nenhuma e muito menos causar qualquer tipo de transtorno para a população de Ji-Paraná. Nosso movimento não vai sair daqui”, informou um dos líderes.

 

A liderança informou ainda que os taxistas também aderiram ao movimento e nenhum taxi está passando pelos bloqueios. “Os únicos veículos que estão passando são carros pequenos, veículos de emergência, caminhões com carga perecível e carga viva e ônibus”, informou.

 

 

 

Como indentificar fake news

 

Nunca compartilhe antes de ler


Uma tendência muito comum nas redes sociais é o ato de curtir ou compartilhar uma notícia sem antes ler. O problema é que uma página mal-intencionada pode alterar detalhes importantes na miniatura que é exibida no feed, como a imagem de destaque e a manchete. É possível, ainda, que a chamada traga trechos que, de fato, estão na notícia, mas que, tirados de contexto, podem dar um sentido completamente diferente à situação ou à fala de um entrevistado, por exemplo.

Durante a leitura, é importante prestar atenção se o texto traz elementos relevantes e característicos do estilo jornalístico, como nome e cargo dos envolvidos, data de quando o fato aconteceu (ou vai acontecer) ou quem reportou os acontecimentos. Além disso, erros de ortografia casuais em sites de Internet são normais, mas uma quantidade excessiva ao longo de toda a notícia pode ser um indício.

Uma maneira eficaz de desmascarar boatos é uma simples busca no Google. Existem diversos sites dedicados a desvendar esse tipo de conteúdo, como o Aos Fatos e a Agência Lupa, que, inclusive, fecharam uma parceria com o famoso buscador para dar mais destaque a resultados verdadeiros. Se ao buscar determinada informação você só encontrá-la em páginas desconhecidas, suspeitas, ou ligadas a grupos políticos específicos, é melhor evitar o compartilhamento.

 

 

Pesquise a reputação do veículo


Conhecer o veículo onde a notícia foi publicada é importante. Muitos sites, como o Sensacionalista e o Piauí Herald, criam notícias falsas, mas não com o intuito de criar boatos e sim de fazer humor. Por isso, é importante se certificar de que não está diante de uma página de humoristas, mas de um veículo jornalístico real.

Outros portais, por sua vez, usam nomes similares ao de veículos famosos, como O Globo ou a Folha de São Paulo, como avisa o próprio Facebook, e é importante prestar atenção aos detalhes da URL e da interface da página. Se a dúvida permanecer, vale pesquisar em veículos famosos, de dentro ou fora do Brasil, se a notícia foi dada por lá.


Pesquisar no Google e conhecer reputação do veículo ajuda a combater fake news. Veja se a data de publicação é mesmo recente. Outra técnica bastante comum usada pelos espalhadores de boato é resgatar fatos antigos, muitas vezes já esclarecidos, e voltar a compartilhá-los como se fossem um acontecimento recente. Por isso, é importante ficar de olho na data de publicação original da notícia para ter certeza de que não está caindo nessa armadilha.

 


Use o bom senso e, se possível, consulte as fontes oficiais

 
Sempre que estamos diante de uma notícia é importante nos questionarmos sobre alguns aspectos. Esse acontecimento é científica ou politicamente possível? Será que essa pessoa ou empresa, por mais que eu não goste dela, seria capaz de fazer uma declaração como esta? E será que esta outra, por mais que eu simpatize com ela, não seria? Esse tipo de questionamento ajuda a evitar boatos improváveis, como supostas doações feitas pelo Facebook a cada compartilhamento de uma foto específica ou possíveis declarações feitas pelo Papa e outras figuras políticas.

Além disso, sempre que possível, é interessante consultar fontes oficiais, como uma provável decisão judicial que tenha gerado aquela notícia, ou verificar se o suposto projeto de lei do qual a publicação fala realmente existe. Esses passos ajudam a criar uma Internet mais segura, com mais diálogo e livre de mentiras.

 

Matéria:www.comando190.com.br

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

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