Notícia publicada em 18/07/2018 - 22:06:57 | GERAL

 

Aterro regional de Ji-Paraná acelera obras

 

MFM Soluções Ambientais está concluindo construção do aterro sanitário de Ji-Paraná


 

O município de Ji-Paraná, na região central de Rondônia, vai inaugurar mais um aterro sanitário regional da MFM Soluções Ambientais, uma empresa que investe na disposição correta e tratamento do lixo urbano. A obra está sendo concluída e vai beneficiar a comunidade local e municípios da região. Com este novo aterro, 72% das cidades de Rondônia terão acesso aos serviços da MFM, que já opera aterros sanitários em Vilhena – ao Sul do Estado, e Cacoal – também ao centro rondoniense.

O preparo da área do aterro de Ji-Paraná, que fica próximo às margens da BR-364, sentido Porto Velho, recebe os cuidados de uma grande construção. As instalações acompanham o padrão das obras da MFM em Vilhena e Cacoal. A capacidade para disposição e tratamento de resíduos sólidos no aterro será de 300 toneladas de resíduos por dia, com previsão de atendimento para mais seis municípios.

 

 

Para isso, as instalações ganham investimentos que garantem excelência nos serviços, como a disposição do lixo em células apropriadas, lagoas de tratamento e a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). Um exemplo disso está na questão do chorume, que é o liquido resultante dos resíduos orgânicos. Nos aterros sanitários da MFM Soluções Ambientais, o chorume literalmente ‘vira água’, com nível de pureza acima dos padrões recomendados pela legislação ambiental brasileira.

Moradora de Ouro Preto do Oeste, cidade distante apenas 40km da obra, a vendedora autônoma Lucilene Almeida comemora o investimento feito pela MFM na sua região. “Em Ouro Preto, o lixo urbano sempre foi jogado a Ceú aberto, prejudicando o meio ambiente. Agora, com o aterro adequado, tenho a satisfação de saber que ficaremos livres de contaminações provocadas pelos lixões”.

 

 

TRATAMENTO DIFERENCIADO


Um diferencial de cada de aterro sanitário implantado pela MFM Soluções Ambientais está justamente numa espécie de ‘luxo’ do projeto: a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).

A ETE não é uma exigência do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) para aterros sanitários no Brasil, mas, no caso das unidades da MFM, é uma obrigatoriedade na missão da empresa.

Os aterros da MFM possuem – cada um – entre cinco e seis lagoas para tratamento do chorume, todas interligadas às células para disposição final de resíduos sólidos urbanos. O terreno é impermeabilizado com mantas de PEAD – Polietileno de Alta Densidade, o que evita a contaminação do solo (lençol freático), e o lixo é compactado todo dia, o que impede a proliferação de vetores de doenças.

Todos os projetos implantados têm seu Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) aprovados.

Atualmente, o aterro de Vilhena atende seis municípios, com captação, disposição e tratamento de 120 toneladas de lixo por dia. Já a unidade de Cacoal tem atendimento para 17 cidades, com 200 toneladas, dia.

 

 

 

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