Notícia publicada em 29/07/2018 - 23:59:56 | JI-PARANÁ - POLICIAL

 

Motorista transtornado provoca acidente em Cacoal e inicia uma fuga alucinante até Ji-Paraná – VIDEO DA AÇÃO POLICIAL

 

A fuga alucinante de um motorista de 27 anos de idade que mais parecia cenas de um jogo de vídeo game, aconteceu durante a madrugada deste domingo, dia 29. Fugindo da polícia, o motorista de uma carreta percorreu mais de 100 Km e só parou porque as rodas ficaram sem os pneus.

 

De acordo com a Polícia, o motorista, identificado como Sérgio Toledo Lopes, e um amigo estavam em uma casa de shows, na cidade de Cacoal, ingerindo bebida alcoólica. Quando saíram do estabelecimento, já por volta das 02h00, bateu em dois veículos que estavam estacionados. Em seguida, o motorista tentou esfaquear os proprietários dos carros e fugiu do local, tomando rumo a BR 364.

 

A Polícia Militar foi acionada e uma Guarnição de Rádio Patrulha, com apoio de uma Guarnição do PATAMO, começou a acompanhar o pesado veículo. Ao receber ordem de parada, o motorista jogou o “cavalinho” em cima das viaturas e acelerou ainda mais, continuando sua fuga alucinada pela BR 364.

 

Ao chegar em Presidente Médici, o motorista furou um bloqueio policial e continuou dirigindo loucamente até chegar em Ji-Paraná.

 

Já na entrada da cidade, as viaturas montaram um outro bloqueio, mas a tentativa de parar o veículo não deu certo e, por muito pouco, os policiais foram atropelados.

 

Para evitar uma tragédia, os PM’s começaram a atirar nas rodas do veículo, porém, mesmo sem os pneus da frente, o motorista continuou sua fuga. Após quase meia hora de perseguição, os policiais começaram a atirar contra o para-brisas usando munições antimotim (de borracha). Sem opção, o motorista desistiu de continuar a fuga e parou o veículo.

 

De acordo com o boletim policial, Sérgio Toledo estava muito alterado e precisou ser algemado.

 

Veja como foi a fuga em Ji-Paraná:

 

 

 

 

 

 

Matéria:www.comando190.com.br

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

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