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Voltar Publicada em 18/11/2020 | GERAL

MFM recebe visita de vereador eleito em Ji-Paraná

Brunno Carvalho e professora Irene Sakuno fazem visita ao Aterro Sanitário Regional de Ji-Paraná e enaltecem parcerias

Desde a inauguração do seu primeiro aterro sanitário, em Vilhena, no ano de 2013, a MFM Soluções Ambientais mantém seu compromisso com o futuro do Estado. E as parcerias com a comunidade e o poder público, por exemplo, mostram que a empresa trabalha pelo desenvolvimento focado na qualidade de vida. Isso pode ser visto, em especial, nas cidades de Vilhena, Cacoal e Ji-Paraná, onde a MFM tem aterros sanitários construídos e em operação.

Com atuação pautada na responsabilidade ambiental, econômica e social, a MFM é uma referência para Rondônia como empreendimento pronto para atender as demandas emergentes, em destaque a questão do lixo urbano. Ao inaugurar seu terceiro aterro sanitário, em Ji-Paraná, a MFM passa a oferecer seus serviços de disposição e tratamento dos resíduos sólidos para cerca de 70% dos 52 municípios do Estado.

Essa realidade faz da empresa parceira dos debates ambientais e ações que visam o cumprimento da Lei 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Assim, a MFM se tornou ‘casa’ para aqueles que lutam por uma vida melhor, justamente porque sua missão é promover a sustentabilidade.

As visitas aos aterros sanitários da MFM dão uma visão do conceito de transparência e ética que a empresa desenvolve em seu dia-a-dia. As obras da MFM são tema da sociedade e, por isso, servem de modelo para debates e projetos relacionados ao respeito com o meio ambiente.

Eleito vereador por Ji-Paraná, em 15 de novembro passado, o ambientalista Brunno Carvalho, fez sua primeira visita ao Aterro Sanitário Regional no município, após as eleições. Ele foi recebido pelo gestor Comercial da MFM, Marcos Vitorino, que o parabenizou: “o Brunno também é um de nossos parceiros”.

Vitorino destaca que o vereador eleito encampou vários embates sobre o lixo urbano. “Lembro de um abaixo-assinado contra o funcionamento do lixão de Ji-Paraná, quando Brunno percorreu toda a cidade para recolher assinaturas”.

Estudante de Engenharia Ambiental da Estácio/Unijipa em Ji-Paraná, Brunno afirmou que “depois que o aterro sanitário da MFM ficou pronto em Ji-Paraná, era possível acreditar que nossos propósitos foram contemplados. E eles foram justificados quando a prefeitura do município começou a levar o lixo urbano para o local adequado”.

A professora Irene Sakuno, que é especialista em estudos sobre aterros sanitários no Brasil, também participou da visita. Graduada em Direito, Mestre em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela Unir e doutoranda em Pesquisas de Ciências Políticas da Amazônia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), ela destacou que a sociedade venceu a ‘guerra’ contra a sobrevida do lixão de Ji-Paraná, que durou mais de 10 anos.

“Melhor ainda é que, agora, o lixo urbano produzido em Ji-Paraná tem a destinação e tratamento corretos, em aterro sanitário de empresa de conceituada capacidade técnica”, definiu.

E essa capacidade vai além de tecnicamente falando. Naturalmente, a MFM tem um olhar que valoriza as relações humanas no contexto do seu trabalho e de seu papel social. Por isso, a empresa tem a missão de continuar promovendo o futuro sustentável para nossa terra.

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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