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Voltar Publicada em 05/03/2020 | JARU

PF descobre fraude de R$ 1,5 milhão no INSS e deflagra operação em Jaru


 

Operação Confinamento é realizada nesta quinta-feira (5). Ao todo, três mandados são cumpridos.

 

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Confinamento, na manhã desta quinta-feira (5), para desarticular um esquema criminoso dentro da agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de Jaru (RO), a 290 quilômetros de Porto Velho. Segundo investigação, os servidores aprovavam benefícios de forma clandestina e já causaram um prejuízo de R$ 1,5 milhão aos cofres públicos.

 

Ao todo, os agentes da PF cumprem três mandados judiciais de busca e apreensão, sendo dois deles nas residências dos investigados, e o terceiro na agência da Previdência Social de Jaru. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça de Porto Velho.

 

Segundo a polícia, durante a fase de investigação foi identificado o envolvimento de servidor do INSS que, "em troca de vantagem financeira ilícita, concedia auxílio-reclusão sem o preenchimento dos requisitos previstos na legislação previdenciária".

 

Este servidor de Jaru liberava auxílio-reclusão antes da data do próprio agendamento da solicitação, isto é, sem agendamento, sendo que o endereço do requerente muitas vezes era de Porto Velho. Para aprovar este auxílio, o suspeito utilizava certidão de nascimento inexistente ou falsa, de acordo com a PF.

 

Entre 2015 a 2017, fase da investigação da Operação Confinamento, os policiais identificaram que a agência do INSS de Jaru era a 2ª do país e a 1ª de Rondônia que mais concedia benefícios previdenciários.

 

O dano aos cofres públicos é superior a R$ 1.599.723,16. O INSS também colaborou na investigação, segundo a PF.

 

Segundo a PF, os indiciados foram ouvidos na sede da PF e responderão por estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistema de informações, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Fonte: G1 RO

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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