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Voltar Publicada em 13/11/2020 | Política

ELIÇÕES 2020 - Candidato à Prefeitura de Ji-Paraná é bombardeado com FAKE NEWS


Chegando próximo às eleições municipais para os cargos de prefeitos(as) e vereadores(as), as propagandas eleitorais já estão a todo vapor na TV, no rádio e, principalmente, nas mídias digitais. Junto a elas, também são propagadas as “Fake News” que acabam prejudicando pessoas de bem, pois o grande eleitorado não tem o interesse em buscar a “verdade real” e acabam acreditando nas notícias falsas.

 

CASO DOS CHEQUES DEVOLVIDOS DO CANDIDADO DR. JOÃO DURVAL (PP)

Em Ji-Paraná, pessoas com má fé se aproveitam do anonimato e disseminam notícias falsas no mundo digital para tentar denegrir a imagem de pessoas de bem.

Recentemente, um vídeo onde uma mulher, que se identifica como “Lindinalva de Nova Colina”, viralizou negativamente para o Candidato a Prefeito Dr. João Durval, pois ela afirma que após as eleições de 2016, Dr. João Durval sustou todos os cheques que foram durante a campanha e que ele ainda deve todo o valor para seus contratados.

Durante o vídeo, percebe-se que a mulher está lendo um texto que está a sua frente.

 

NOTA OFICIAL DR. JOÃO DURVAL

Com o crescimento das últimas horas em torno do seu nome,  Dr. João Durval vem sofrendo uma imensa onda de FAKE NEWS nas redes sociais e também em noticiários infundados, irresponsável e sem provas alguma com o único objetivo de denigrir a imagem e confundir o eleitorado de Ji-Paraná.

Como podemos ver nos grupos de Watsapp e também no Site http://madeiraoweb.com.br/politica/candidato-com-quase-200-cheques-sem-fundo-em-apenas-um-mes-merece-confianca-do-eleitor/  Uma noticia baseada em um vídeo feito pela Dona: Lindinalva Dias dos Santos, que sem provas, e sem mostrar o cheque ou qualquer prova,  grava um vídeo que supostamente aparece lendo e auxiliada por alguém .

Também no site acima faz  a seguinte citação:

No link https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/2016/2/00051/220000004889/extratos, qualquer cidadão pode conferir o registro de dezenas de cheques devolvidos sem fundos e por impedimento, dos mais variados valores, em duas contas correntes do Banco do Brasil, no período de menos de dois meses.

Neste site do TSE não consta nenhuma referência dos cheques devolvidos ou sustados

Isso prova claramente que o FAKE NEWS está a todo vapor contra a dignidade do Dr. João Durval.

Informamos que todas as medidas judiciais foram tomadas, e que esperamos da justiça uma resposta a esse tipo de matéria.

 

CANDIDATO QUE ESPALHAR FAKE NEWS PODERÁ SER RESPONSABILIZADO PELO TSE

Este ano, a Justiça Eleitoral desenvolveu e aperfeiçoou mecanismos de combate à desinformação disseminada em redes sociais e ferramentas de troca de mensagens. A iniciativa é uma demanda direta da pressão que a sociedade civil tem feito sobre o tema e também consequência da eleição presidencial de 2018, cujo resultado foi muito influenciado pelos disparos em massa de fake news, usados por alguns candidatos como estratégia de ataque a adversários políticos.

Uma decisão inédita tomada pelo Tribunal Superior Eleitoral poderá responsabilizar candidatos que espalharem notícias falsas nas próximas eleições municipais, que acontecem em outubro de 2020. Um mecanismo contra a disseminação de informações inverídicas foi incluído pela primeira vez em uma minuta de resolução do TSE.

As minutas são regras que indicam a atuação da Justiça Eleitoral durante as eleições. O artigo 9 do documento sobre propaganda eleitoral, disponibilizado para consulta pública no início deste mês, determina que a utilização na propaganda de informações veiculadas por terceiros “pressupõe que o candidato, partido ou coligação tenha procedido à checagem da veracidade e fidedignidade”.

Caso isso não aconteça, um adversário que se sinta ofendido poderá pedir na justiça um direito de resposta, mas sem prejuízo de eventual responsabilidade penal.

A nova regra atualiza o artigo 58 da lei eleitoral (9.504/97), que trata de direito de resposta, mas hoje fala genericamente apenas em campanha na internet. Se aprovada, haverá a menção específica sobre desinformação.

Após determinar as minutas, o Tribunal abre uma consulta pública para colher ideias dos cidadãos sobre o tema. Em dezembro devem ser votadas pelo plenário do tribunal, que tem o ministro do STF Roberto Barroso como relator.

A preocupação do Tribunal em conter fake news não vem de hoje. A eleição de 2018 ficou marcada pelo compartilhamento de informações falsas por diversas candidaturas, sobretudo por meio de redes sociais.

Em agosto deste ano, foi criado um programa de enfrentamento à desinformação que tem se reunido com plataformas como Facebook, Google e Twitter, para tentar engajá-los no combate às fake news.

Além disso, o TSE tem disponibilizado em sua página na internet dicas de como reconhecer uma notícia falsa, além de produzir a série em vídeo “Minuto da Checagem”, distribuída a veículos de comunicação pelo País.

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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