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Voltar Publicada em 02/12/2020 | Política

Demora na entrega dos leitos das UTI’s de Ji-Paraná provoca revolta nas redes sociais

Há mais de nove meses de pandemia, Ji-Paraná ainda não tem leito de UTI

A dor de perder um parente desestabiliza famílias inteiras. Mas quando isso acontece em meio à espera por vaga em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) em outro município, o sofrimento se mistura à   revolta.  Para tentar salvar  um ente querido, muitas pessoas recorrem à Justiça para garantir o tratamento em outra localidade, pois, por um motivo ainda desconhecido, os Leitos da UTI do Hospital Municipal de Ji-Paraná ainda não foram ativados.

A falta de responsabilidade e de compromisso com os jiparanenses está causando uma grande revolta na população e o tema é bastante discutido nas redes sociais. Uns dizem que o leito das UTI’s só vai ser inaugurado após a posse do Prefeito eleito Isaú Fonseca. Já outros, comparam com a novela da Havan, que até hoje não saiu do papel.

Recentemente um bate boca entre o Presidente da Câmara Municipal de Ji-Paraná e vice-prefeito eleito, Joaquim Teixeira, e o Secretário de Saúde, Dr. Álvaro Galvão, viralizou rapidamente nas redes sociais e acabou virando manchete em todo Estado. Porém, o certo é que enquanto as autoridades discutem, várias pessoas estão morrendo por falta de UTI. Clique no título abaixo e relembre o caso:
Presidente da Câmara e vice-prefeito recém eleito Joaquim Teixeira, ofende verbalmente Secretário de Saúde de Ji-Paraná. Veja!


No dia 11 de novembro, há quase um mês, o Secretário de Saúde postou um vídeo em seu perfil, apresentando a UTI à população de Ji-Paraná. Segundo o Secretário, a unidade dispõe de 9 leitos de UTI e 1 leito de isolamento.

Veja o vídeo:

Para a população, a entrega está relacionada a politicagem, pois ninguém apresentou um motivo para tanta demora na entrega destes leitos que irão salvar vidas. “Até hoje, dia 02/12, ninguém mais fala sobre o assunto e, do mesmo jeito que os vereadores silenciaram o Projeto da Havan, estão fazendo com a entrega das UTI’s, bem como diversas obras que estão paradas em nosso município e ninguém toma atitude”, lamentou o comerciante Lindemberg, de 56 anos, que precisou levar sua mãe em estado gravíssimo para o município de Cacoal.

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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