



Um homem identificado como Ronaldo Henrique foi preso na manhã deste sábado (19), durante uma abordagem da Polícia Militar no bairro JK, no segundo distrito de Ji-Paraná.
Segundo informações registradas pela PM, equipes da Rádio Patrulha localizaram o suspeito nas proximidades de uma residência, na Rua 17 com a K-0. Durante a abordagem, conforme o relato policial, Ronaldo teria resistido à ação, ofendido os policiais e tentado fugir em duas ocasiões, sendo contido pela equipe.
PublicidadeNa busca pessoal, os policiais encontraram cinco papelotes contendo comprimidos semelhantes a ecstasy, além de chaves que, segundo a ocorrência, davam acesso ao imóvel.
Durante as buscas na residência, foram apreendidos aproximadamente 90 gramas de uma substância semelhante à maconha, seis porções de haxixe, duas balanças digitais, dezenas de sacolas plásticas, três munições calibre .38 e R$ 1.865 em dinheiro.
Também foram localizados seis aparelhos celulares. De acordo com a PM, um deles seria de Ronaldo, outro estaria relacionado à namorada do suspeito e os demais não tiveram a procedência esclarecida no momento da ocorrência.
Uma motocicleta Honda Bros de cor vermelha também foi apreendida. Conforme informações repassadas aos policiais durante a ocorrência, o veículo seria utilizado para supostas entregas de drogas após pedidos realizados por aplicativos de mensagens.
Moradores teriam relatado ainda uma movimentação frequente de pessoas no imóvel e mencionado possíveis disparos de arma de fogo no local.
Ronaldo também foi citado por terceiros como possível envolvido em uma tentativa de homicídio registrada em agosto. Entretanto, a própria ocorrência policial informa que não havia, naquele momento, elementos suficientes para confirmar a participação dele nesse crime, que deverá ser apurado pela autoridade competente.
O suspeito recebeu voz de prisão, em tese, por tráfico de drogas e foi encaminhado à UNISP de Ji-Paraná, juntamente com todo o material apreendido.
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

