



Uma operação da Polícia Militar resultou na prisão de três suspeitos por envolvimento com o tráfico de drogas e na apreensão de entorpecentes, munições, dinheiro, celulares e materiais utilizados na comercialização ilícita de drogas, na noite de quarta-feira (22), em Presidente Médici. A ação integrou a Operação Brasil Contra o Crime Organizado e contou com a participação de equipes do PATAMO de Ji-Paraná e da Rádio Patrulha de Presidente Médici.
Durante o patrulhamento, os policiais abordaram dois usuários que portavam porções de substância análoga ao crack. Eles informaram ter adquirido a droga em uma residência localizada na Avenida Brasil, no bairro Ernandes Gonçalves, e apresentaram comprovantes de pagamento via PIX, reforçando a suspeita de comércio de entorpecentes no local.
PublicidadeCom base nas informações, as equipes seguiram até o endereço indicado. Ao perceberem a chegada da polícia, alguns ocupantes tentaram fugir pelos fundos do imóvel. Um deles foi capturado, enquanto os demais conseguiram escapar.
Durante as buscas na residência, os policiais encontraram porções de maconha, pedras e invólucros contendo substância semelhante ao crack, além de uma balança de precisão, diversos aparelhos celulares, dinheiro em espécie, embalagens utilizadas para o fracionamento de drogas e uma cápsula de munição calibre .32.
As diligências continuaram em outro endereço apontado durante a ocorrência. No local, um suspeito também tentou fugir e resistiu à abordagem, sendo contido pela equipe policial. Durante a vistoria no imóvel, foram apreendidas 14 munições intactas de calibre .38.
Ao final da operação, três pessoas foram presas. Também foram apreendidas porções de crack e maconha, sementes aparentando ser de maconha, seis aparelhos celulares, uma câmera de vídeo, uma balança de precisão, munições de calibres .32 e .38, embalagens para acondicionamento de entorpecentes e R$ 155,00 em dinheiro.
Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

