



Na noite desta quinta-feira, 28, uma ação da Polícia Militar de Rondônia resultou no fechamento de um suposto ponto de comercialização de drogas que funcionava às margens do rio Urupá, em Ji-Paraná. Três suspeitos foram presos em flagrante por envolvimento com o tráfico de entorpecentes.
De acordo com a ocorrência, equipes de Rádio Patrulha vinham recebendo, há vários dias, denúncias anônimas informando que um imóvel localizado nos fundos de um bar, no final da Rua 7 de Setembro, estaria sendo utilizado como ponto de venda de drogas, especialmente crack. Informações semelhantes também haviam sido repassadas ao setor de investigação da Polícia Civil, reforçando as suspeitas sobre a atividade criminosa no local.
PublicidadeDurante patrulhamento realizado por volta das 23h, os policiais tentaram abordar indivíduos que saíam do imóvel, uma construção do tipo palafita situada em área de difícil acesso e com pouca iluminação. Ao perceberem a presença da guarnição, diversos usuários fugiram em direção ao rio Urupá, enquanto três suspeitos correram para o interior da residência e desobedeceram às ordens de parada, sendo posteriormente contidos pela equipe policial.
Nas buscas realizadas, os militares localizaram dez pedras de crack prontas para comercialização, dinheiro em espécie fracionado e aparelhos celulares. Além disso, após indicação de um dos conduzidos, foi encontrada uma sacola contendo porções de maconha e papelotes de cocaína escondidos no imóvel.
Durante a ocorrência, também foi constatado que um aparelho celular havia sido recebido em troca de entorpecentes.
Segundo os policiais, o imóvel apresentava características incompatíveis com uma residência habitada, possuindo apenas um colchão e uma rede, sem mobiliário ou utensílios domésticos, reforçando os indícios de que era utilizado exclusivamente para a comercialização e consumo de drogas.
Diante dos fatos, os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), juntamente com as drogas, dinheiro e aparelhos celulares apreendidos.
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

