



Um homem identificado como Carlos Eduardo Santos Souza foi preso na manhã desta terça-feira (9), suspeito de praticar um furto qualificado em um estabelecimento comercial localizado na Avenida Vitória Régia, bairro Primavera, em Ji-Paraná.
De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP) para atender uma ocorrência de furto no comércio Frutas. Ao chegar ao local, os policiais constataram que a porta do estabelecimento havia sido arrombada, apresentando danos no perfil metálico e na grade de proteção.
PublicidadeO proprietário do comércio, relatou que ao abrir o estabelecimento percebeu a ausência de diversos produtos alimentícios, entre eles garrafas de vinho, bolachas recheadas, doces variados, achocolatados Italakinho e aproximadamente R$ 200 em moedas.
Ainda segundo a vítima, esta foi a terceira vez que o estabelecimento sofreu ação criminosa semelhante.
Durante o atendimento da ocorrência, os policiais tiveram acesso às imagens do sistema de monitoramento do comércio, onde foi possível visualizar um homem entrando no local por volta das 2h49 da madrugada. Através das características observadas nas imagens e informações compartilhadas entre integrantes da segurança pública, o suspeito foi identificado.
Os militares seguiram até a Rua Dr. Osvaldo, no bairro Primavera, local conhecido pela presença de usuários de drogas, onde localizaram Carlos Eduardo Santos Souza em um terreno baldio.
Nas proximidades do suspeito foram encontradas embalagens vazias de produtos semelhantes aos furtados no comércio, além de uma camiseta com características compatíveis com a utilizada pelo autor registrado nas imagens de segurança.
Diante dos indícios, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP), juntamente com os objetos apreendidos, ficando à disposição da autoridade policial para as providências cabíveis.
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

