Home Notícias Vídeos Classificados Fale Conosco Eventos Artigos

Veja Também

Parceiros

Notícia publicada em 17/02/2013 - 10:15:15 | URUPÁ

 

URUPÁ - Briga em bar termina em morte; Assassino fugiu ferido no pescoço

 

Por volta das 22h30, dois homens estavam ingerindo bebida alcoólica em uma bar conhecido como "Cantinho dos Amigos", localizado às margens da RO 473, próximo a cidade de Urupá, identificados como Almir de Souza, recém chegado na cidade e João Lacerda dos Santos, que já foi preso por homicídio em 13/06/2011 e estava em liberdade há pouco menos de seis meses, onde na ocasião acabou matando um homem com golpes de foices. (clique aqui e reveja o caso)

 

Em dado momento os homens começaram uma calorosa discussão, onde a pessoa de João Lacerda acabou saindo a pé do estabelecimento com a promessa de que iria retornar armado para terminar a briga. Depois de algum tempo, João Lacerda chegou armado com uma espingarda calibre 16, e, sem dar chance de defesa, disparou um tiro contra seu desafeto, atingindo-o na região do peito. Mesmo ferido, a vítima conseguiu desarmar o atirador e ainda o esfaquear no pescoço. Em seguida, a vítima caiu em cima de uma mesa de sinuca, já sem vida.

 

Atingido com um corte profundo no pescoço, João Lacerda conseguiu fugir do local, deixando para trás um rastro de sangue. Policiais Militares e Policiais Civis, prontamente chegaram no local e começaram uma busca ao assassino. Seguindo o rastro de sangue, os policiais chegaram até a residência do homicida, onde em contato com familiares foram informados que realmente a pessoa de João Lacerda chegou ferido na casa, mas depois de tampar o ferimento com uma camisa, fugiu tomando rumo ignorado.

 

As buscas ao assassino ainda continuam e quem souber de alguma informação que leve a polícia até ao seu paradeiro, ligue imediatamente para o 190 ou para o celular de plantão da PM (60) 9299-8674. Não precisa se identificar.

 

Matéria:comando190.com.br/FLS

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

Publicidade

 

 

 

Publicidade

 

Comentários

 

 

Home Notícias Vídeos Classificados Fale Conosco Curiosidades